quarta-feira, 18 de julho de 2012

UEM volta às aulas com paralisação nesta quarta-feira



NOTA CAECO (divulgada na tarde desta terça-feira dia 17)

Como Todos e Todas devem estar acompanhando pelos informes do nosso Blog e em outras mídias, amanhã está maracado mais um dia de Paralisação na UEM, dentro de um Calendário de Mobilizações dos Sindicatos do Paraná, feito em conjunto recentemente.

Em relação a ter ou não ter aula amanhã, questão frequente:
Fica a critério de cada Professor e/ou Professora dar ou não aula. Como nós estávamos em férias, o Departamento de Economia não realizou nenhuma Reunião para tratar especificamente deste tema.

Entramos em contato ontem com a Chefia e Coordenação do Curso e solicitamos que as Paralisações sejam debatidas dentro do Departamento e que os Professores e e/ou Professoras sempre avisem daqui para frente aos acadêmicos e academicas se darão ou não aula nestes dias.

Em breve CAECO  realizará uma Assembleia de Estudantes para tratar sobre toda a Pauta em Debate e tirar conjuntamente o posicionamento dos acadêmicos e acadêmicas de Economia frente as ações daqui para frente, como já fizemos no primeiro semestre. Ressaltamos também que não temos Greve marcada, dia primeiro de agosto é um indicativo, como já teve outros no semestre passado, por enquanto permanecem as negociações junto ao Governo para evitar que se chegue em tal situação.
 
 CENTRO ACADÊMICO DE ECONOMIA JOSÉ JAMES DA SILVEIRA - CAECO
"Combativo, Independente e Democrático"
 
UEM volta às aulas com paralisação marcada nesta quarta-feira 
Cerca de 22,6 mil estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM) volta às aulas nesta terça-feira (17), após 30 dias de férias. O clima, no entanto, é de dúvidas, uma vez que funcionários e técnicos aprovaram, em junho, indicativo de greve, que pode ser deflagrada a partir do dia 8 de agosto, caso não haja acordo com o Governo. Os protestos começam já nesta quarta-feira (18), quando os servidores realizarão um dia de paralisação das atividades. 
"Se não houver acordo com o Governo, e nós estamos pessimistas quanto a isso, há grandes chances de entrarmos em greve em agosto", afirma o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá (Sinteemar), Éder Rossato.

Os servidores exigem reestruturação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS). "Também questionamos o corte de verbas na instituição, as condições de trabalho de professores e servidores e, principalmente, a falta de valorização do capital humano demonstrado por meio da demora e descaso com a restruturação dos PCCS", diz Rossato.

Os protestos de quarta-feira devem parar todas as atividades da UEM. Outras quatro universidades estaduais (Londrina, Ponta Grossa, Cascavel e Guarapuava) também planejam paralisações de um dia em julho, logo após o retorno das aulas em cada instituição (o calendário não é único).


 Governo

Até o dia 8 de agosto, outras rodadas de negociação devem ocorrer entre Governo e diretores sindicais.

Segundo o assessor técnico do gabinete da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Aroldo Messias de Melo Junior, o limite de gastos imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) "está estourado" e não permite atender à reivindicação da categoria. "Infelizmente, a gente não pode fazer nada."

Melo informou que os representantes da secretaria estão tentando encontrar uma alternativa para evitar a greve. 





Fonte: O Diário de Maringá

Nenhum comentário: