sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Produção científica da UEM garante destaque em novo ranking





A Universidade Estadual de Maringá ganha destaque na produção científica da Ibero América e alcança o 31º lugar no Ranking Iberoamericano SIR (SCImago Research Institutions), realizado pelo Grupo SCImago.

A terceira edição do Ranking Ibero-Americano SIR traz uma lista de 1.401 instituições de ensino superior de países dos países ibero-americanos que publicaram pelo menos um artigo científico indexado na base de dados Scopus no período de 2006 a 2010. A UEM apresenta um índice de 2.910 no indicador de Produção Científica, que mede o número de documentos publicados por cada instituição. 

O Ranking SIR apresenta quatro indicadores que retratam a investigação das instituições e oferecem um meio de análise para avaliar o rendimento científico. Além da Produção Científica, utiliza taxa de Colaboração Internacional, a Qualidade Científica Média e a taxa de Publicação em Revistas de Prestígio, que indicam, respectivamente, o grau de internacionalização, a visibilidade científica e a capacidade que têm as instituições de ensino superior para publicar nas revistas com mais prestígio.

Câmara aprova em segunda discussão redução dos "super salários"



CAECO e mais de 30 entidades assinam Carta do Movimento "$uper$alários não, revogação já!"


Nota de Repúdio: a Lei Municipal 12184/2011 e 12185/2011, aprovada pela Câmara Municipal de Maringá




Câmara aprova em segunda discussão redução dos "super salários" 

Os vereadores da Câmara Municipal de Maringá (CMM) aprovaram, nesta quinta-feira (23), em segunda discussão, o projeto de lei que reduz os salários do prefeito, do vice-prefeito e dos secretários municipais que assumirão esses cargos no ano que vem.

O projeto prevê a redução de 20% no subsídio aprovado para o novo prefeito que terá, agora, salário de R$ 20 mil. Já os novos secretários e vice-prefeito ganharão mensalmente R$ 10,6 mil, aproximadamente 1,4 mil a menos do que foi aprovado em novembro do ano passado.

De acordo com o vereador Umberto Henrique (PT), que foi à bancada da CMM na sessão desta quinta-feira (23), a redução representa uma economia de R$ 700 mil no orçamento anual do Município.

No total, dez vereadores votaram a favor da redução e um contra. O voto contrário foi de Tom Schiavone (PRP), que justificou a oposição como forma de protesto ao impedimento que diz ter sofrido na tentativa de protocolar uma emenda para reduzir ainda mais os salários dos cargos em questão.

Os vereadores John Alves Corrêa (PMDB)Paulo Soni (PSB) e Manoel Sobrinho (PCdoB) estavam ausentes no momento da votação. O presidente da Câmara, Mário Hossokawa (PMDB), não votou.





Aumento dos salários foi aprovado em 2011
Em novembro do ano passado, os vereadores autorizaram o reajuste de 44% no subsídio do prefeito que assumirá em 2013. Com isso, o salário subiria de R$ 17,3 mil para R$ 25 mil.

Ainda no fim do ano passado, a Câmara aprovou reajuste de quase 90% no salário dos vereadores, o que gerou protestos por parte da população. Com a pressão da sociedade, em maio deste ano, os parlamentares revogaram o novo salário, que seria de R$ 12 mil. Os subsídios para o prefeito, o vice-prefeito e os secretários municipais não sofreram, naquele momento, qualquer alteração.

O projeto que revogou o salário dos vereadores foi assinado pelo presidente da Comissão de Finanças e Orçamento (CFO), Carlos Sabóia (PMN), e os membros Belino Bravin (PP) e Humberto Henrique (PT).
Igreja Católica questiona salários


No comunicado, o arcebispo de MaringáDom Anuar Battisti, disse que considerava “necessária e urgente a retomada do debate em torno do assunto, assim como ocorreu com os subsídios dos vereadores”.




quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Professores da UEM põem fim à greve após assembleia nesta quinta-feira. Aulas serão retomadas amanhã




Após assembleia realizada na tarde desta quinta-feira (23), os professores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) decidiram por unanimidade por fim à greve iniciada em 21 de agosto. De acordo com a vice-presidente da Seção Sindical dos Docentes da UEM (Sesduem), cerca de 400 professores participaram da reunião. As aulas voltam normalmente nesta sexta-feira (24). A informação foi confirmada pela vice-presidente da Sesduem, Marta Belini.

A decisão foi tomada um dia após o governador Beto Richa (PSDB) sancionar o projeto aprovado pela Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) que concede aos docentes das universidades estaduais reajuste salarial de 31,73%.

Durante a assembleia desta quinta-feira (23), os professores decidiram, também, manter um calendário de discussões que, de acordo com Marta Belini, foi chamado de “agenda de lutas”. Segundo a vice-presidente, após o final do pagamento do reajuste, em outubro, os professores pretendem manter reuniões regulares com representantes do governo estadual para reivindicar problemas internos da UEM, como prazos de concursos e contratação de professores titulares. “Agora temos uma janela aberta para discutir nossas questões. Vamos lutar por isso”, defendeu. 


Greve
Cerca de 1,5 mil professores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) entraram em greve na última terça-feira (21), o que afetou cerca 10 mil alunos. Inicialmente a paralisação foi anunciada por período indeterminado, de acordo com a Seção Sindical dos Docentes da UEM (Sesduem).

Na segunda-feira (20), o projeto do reajuste salarial foi lido no plenário da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Pela proposta, a equiparação dos vencimentos de professores e técnicos será feita em quatro anos, de outubro de 2012 a 2015, em parcelas de 7,14%. Para garantir uma aprovação rápida, foram realizadas sessões extraordinárias ao longo do dia, a fim de apreciar a matéria em todas as votações necessárias.

A vice-presidente da Sesduem, afirmou ainda na terça-feira que o avanço nas negociações com o governo estadual poderia antecipar o fim da greve na UEM e nas demais universidades estaduais que paralisaram as atividades.

No entanto, Marta explicou que os grevistas precisavam respeitar o intervalo de 48 horas desde a última assembleia para a realização de nova a votação para decidir pela retomada ou não do trabalho. 


Votação em caráter de urgência
A Alep aprovou na terça-feira (21) a proposta de reajuste salarial de 31,73% prometida aos professores das universidades estaduais..

Em 21 de março deste ano, depois de um ano de negociações com a categoria e vários protestos dos professores, o governo prometeu enviar ao Legislativo até 1º de maio um projeto de lei que equiparasse o piso salarial de um professor universitário ao de um técnico de nível superior das universidades estaduais.

Mas a promessa não foi cumprida na data prevista. O governo alegou que precisava equacionar as contas para não ultrapassar o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O Tribunal de Contas do Estado apontou que o governo extrapolou o limite neste ano. Os argumentos, porém, não foram aceitos pelos grevistas. 

via Gazeta Maringá




HOJE (QUINTA-FEIRA A NOITE) NÃO TEREMOS AULA!!!


AULA DADA NO PERÍODO DE GREVE NÃO CONTA COMO

CARGA HORÁRIA PARA A DISCIPLINA, SENDO ASSIM,

DEVERÁ SER REPOSTA EM OUTRO PERÍODO!!!



Qualquer problema em relação ao mencionado anteriormente, procure o CENTRO ACADÊMICO DE ECONOMIA, como sempre, estamos a disposição.


"Há homens que lutam um dia, e são bons;
Há outros que lutam um ano, e são melhores;
Há aqueles que lutam muitos anos, e são muito bons;
Porém há os que lutam toda a vida
Estes são os imprescindíveis"
                                                          (Bertold Brecht)






"LEI DE GREVE":

A Lei nº 7.783/89 (Lei de Greve) dispõe em seu art. 7º o seguinte:

Art. 7º. Observadas as condições previstas nesta Lei, a participação em greve suspende o contrato de trabalho, devendo as relações obrigacionais, durante o período, ser regidas pelo acordo, convenção, laudo arbitral ou decisão da Justiça de Trabalho. 

Paragrafo Único. É vedada a rescisão de contrato de trabalho durante a greve exceto na ocorrência da hipótese prevista no art. 14”

A doutrina e jurisprudência se firmou no sentido de que a adesão a movimento grevista não autoriza a demissão. O STF entende ser aceita a Lei de Greve aos servidores públicos e, em relação à participação em greve editou a súmula 316: 

“Súm 316. A simples adesão à greve não constitui falta grave”.

Portanto, tanto os docentes efetivos como os temporários têm assegurado legalmente o cargo ou emprego público, podendo se unir ao nosso movimento de forma consciente a fim de referendar nossa luta.

Qualquer professor temporário que for ameaçado deve procurar a garantia de seus direitos por meio de nosso sindicato.

A Diretoria da Sesduem


 

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Brasil se afasta de países avançados, diz estudo





Brasil se afasta de países avançados, diz estudo

O Brasil entrou num processo de desindustrialização precoce e de distanciamento em relação às economias avançadas, sobretudo as que estão hoje na fronteira do desenvolvimento tecnológico, segundo estudo dos economistas André Nassif, do BNDES e da Universidade Federal Fluminense (UFF), Carmem Feijó, da UFF, da Eliane Araújo, da Universidade Estadual de Maringá (UEM). A queda da fatia da indústria de transformação no Produto Interno Bruto (PIB), a elevação do déficit comercial nos setores mais intensivos em tecnologia e o aumento da distância da produtividade do trabalho na indústria brasileira em relação à americana apontam nessa direção, dizem os autores.

SESDUEM: Novo Edital de Convocação para Assembleia Geral Extraordinária




Aos Professores
Segue Edital com data e horário retificado para realização da Assembleia Geral dos Professores.

 
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
Conforme deliberado em Assembleia do dia 21/08/2012, a Diretoria da Sesduem, Seção Sindical do Andes-SN comunica que a Assembleia Geral Extraordinária, que se iniciou no dia 16 de agosto de 2012 terá continuidade no dia 23 de agosto de 2012, às 14:00 h, no Auditório do DACESE, UEM, para tratar da seguinte ordem do dia:  Edital Convocação AG 23 08 2012 

1. Informes 
2. Deliberação sobre suspensão da greve 
3. Encaminhamentos


Maringá, 22 de agosto de 2012

Luzia Marta Bellini
Vice-Presidente da Sesduem

Governador sanciona recomposição salarial dos docentes das IES




O governador Beto Richa sancionou nesta quarta-feira (22/08) o projeto de lei que concede aumento de 31,73% no vencimento dos professores das instituições estaduais de ensino superior. A medida altera a lei n° 15.944.

A aplicação do reajuste será realizada em quatro parcelas anuais de 7,14%, sendo que a primeira vai ser aplicada na folha de pagamentos de outubro deste ano e as demais no mesmo mês de 2013, 2014 e 2015, independentemente das recomposições salariais normais do funcionalismo estadual. 

Fonte: Governo do Paraná



O Projeto de Lei sancionado será publicado em Diário Oficial hoje (22/8), por volta das 17:00 horas.
"A aprovação, sanção e publicação do Projeto de Lei é resultado do movimento docente realizado na UEM, UEPG, Unicentro e Unioeste. Saímos vitoriosos desta luta, com a certeza de que a organização coletiva mostrou-se fundamental para superar todos os obstáculos colocados à nossa frente!" - SESDUEM


terça-feira, 21 de agosto de 2012




Cerca de 1,5 mil professores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) entraram em greve por tempoindeterminado na manhã desta terça-feira (21). A paralisação das atividades afeta cerca 10 mil alunos, de acordo com a Seção Sindical dos Docentes da UEM (Sesduem). A reivindicação é pela equiparação dos salários dos professores com o dos técnicos de nível superior das universidades estaduais do Paraná.

A adesão total dos docentes da UEM foi decidida em assembleia realizada em 16 de agosto e confirmada em nova reunião nesta terça-feira no Auditório do Dacese, no campus de Maringá. No início da manhã, alguns alunos foram para a aula, mas foram dispensados pelos professores, de acordo com a vice-presidente da Sesduem, Marta Belini.

Na segunda-feira (20), o projeto do reajuste salarial foi lido no plenário da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Pela proposta, a equiparação dos vencimentos de professores e técnicos será feita em quatro anos, de outubro de 2012 a 2015, em parcelas de 7,14%. Para garantir uma aprovação rápida, haverá sessões extraordinárias ao longo do dia, a fim de apreciar a matéria em todas as votações necessárias. Além disso, eventuais emendas ao texto serão analisadas na hora, sem ser preciso o retorno às comissões temáticas.

Para a vice-presidente da Sesduem, o avanço nas negociações com o governo estadual pode antecipar o fim da greve na UEM e nas demais universidades estaduais que já paralisaram as atividades. No entanto, Marta explica que os grevistas precisam respeitar o intervalo de 48 horas desde a última assembleia para a realização de nova a votação para decidir pela retomada ou não do trabalho.


A Assembleia Legislativa do Paraná deve aprovar hoje a proposta de reajuste salarial de 31,73% prometida aos professores das universidades estaduais, que será aplicado em parcelas até 2015. Para isso, a base do governo vai usar todas as manobras regimentais possíveis para garantir a sanção do projeto ainda nesta semana, como forma de tentar evitar o início de uma greve da categoria. As assembleias que decidirão se haverá ou não paralisação serão realizadas até a próxima sexta-feira.

Em 21 de março deste ano, depois de um ano de negociações com a categoria e vários protestos dos professores, o governo prometeu enviar ao Legislativo até o dia 1.º de maio um projeto de lei que equiparasse o piso salarial de um professor universitário ao de um técnico de nível superior das universidades estaduais. Mas a promessa não foi cumprida na data prevista. O governo alegou que precisava equacionar as contas para não ultrapassar o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O Tribunal de Contas do Estado apontou que o governo extrapolou o limite neste ano. Mas os argumentos não foram aceitos pelos grevistas.

Ontem, o projeto do reajuste finalmente foi lido no plenário da Assembleia. Pela proposta, a equiparação dos vencimentos de professores e técnicos será feita em quatro anos, de outubro de 2012 a 2015, em parcelas de 7,14%. Para garantir uma aprovação rápida, haverá sessões extraordinárias ao longo do dia, a fim de apreciar a matéria em todas as votações necessárias. Além disso, eventuais emendas ao texto serão analisadas na hora, sem ser preciso o retorno às comissões temáticas.

Ontem, representantes dos sindicatos dos docentes das universidades estaduais de Ponta Grossa (UEPG), Maringá (UEM), Oeste (Unioeste) e do Centro-Oeste (Unicentro) estiveram em reuniões com a liderança do governo na Assembleia e com o chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Sebastiani, para pedir a celeridade na aprovação e sanção do texto. Porém, a decisão pela greve permanecerá até a realização denovas assembleias com os professores.

Manifestação pede Posto de Saúde na Zona 7 de Maringá


Moradores da Zona 7 de Maringá realizam uma manifestação, a partir das 15h desta terça-feira (21), pedindo a instalação de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) no bairro. Eles pretendem se encontrar às 15h no Estádio Willie Davids de onde sairão em caminhada pela Avenida Paraná, Avenida Brasil, até a Prefeitura, onde estará acontecendo uma reunião do Conselho Municipal de Saúde.

Segundo os organizadores, o bairro, que possui cerca de 30 mil moradores, possui 7 mil pessoas que dependem da saúde pública. Como não existe posto no bairro, eles têm que se deslocar até as unidades da Vila Esperança e Mandacaru.

Os manifestantes pedem a construção de um posto, ou a implantação dele em algum prédio, como o da sede da Secretaria de Saúde, na Avenida Prudente de Moraes.

via O Diário


O Plano Municipal de Saúde 2006/2009, elaborado por diversas autoridades da Saúde Pública de Maringá, em conjunto com o Conselho Municipal de Saúde, aprovou em 24 de outubro de 2006  e nele encontra-se, na pagina 43, a construção do NIS Zona 7/Centro, com previsão de execução para 2009. Já estamos em 2012 e mesmo com tal deliberação e comprovada aprovação do Ministério Saúde, a UBS da Zona Sete ainda não foi construída.

MAIORES INFORMAÇÕES:



segunda-feira, 20 de agosto de 2012

CAECO lança sua home page institucional


O Centro Acadêmico de Economia - CAECO - juntamente às comemorações realizadas no Dia do Economista lançou o seu novo endereço institucional na noite do dia 13 de agosto de 2012.

Assim, a home page do CAECO torna-se um instrumento oficial de apresentação das ações e projetos do Centro Acadêmico, como também das informações institucionais, do histórico do centro acadêmico e das origens do movimento estudantil na UEM. Possui também uma sessão reservada de acesso ao BLOG, instrumento permanente de divulgação dinâmica. Bem como uma área que possibilita o contato com a entidade.


O site conta ainda com uma galeria de fotos, com diversas imagens do campus sede da UEM, da sede do CAECO, do Departamento de Ciências Econômicas, bem como de algumas atividades promovidas durante o primeiro semestre de 2012.

Na sessão GESTÃO, poderão ser encontradas informações sobre os membros da diretoria e apoiadores do centro acadêmico, do professor homenageado, bem como está retratado a origem da Chapa União, e como surgiu a ideia de elaborar um projeto para o CAECO.

Foi criada também uma sessão destinada a DOWNLOADS, onde podem ser visualizados além do Estatuto que rege o CAECO, a Cartilha do Calouro e as edições mais recentes da Revista de Conjuntura Econômica, trimestralmente realizada pelos Acadêmicos, sob a coordenação de professores do Departamento de Economia.

A página de CONTATO permite de forma mais ampla o contato com o CAECO, uma vez que as mensagens são enviadas diretamente ao e-mail institucional, além de contar com informações de endereço e número telefônico.

Destacamos também que a elaboração da home page do CAECO, foi uma das propostas de campanha, sendo uma meta a ser alcançada por toda a diretoria da Gestão União, pois, tem objetivo de fortalecer a entidade institucionalmente, bem como permitir maior transparência sobre seus fins, seus valores, sua missão e sua visão.

Por fim, o Centro Acadêmico de Economia agradece a colaboração do economista Ivan Juliano de Paula, que com muita dedicação elaborou o site. Ivan de Paula é formado pela Universidade Estadual de Maringá em 2011, ex-integrante do PET Economia, e atualmente pós-graduando pela Universidade Federal de São Carlos, na cidade de São Carlos, onde também atua profissionalmente no SEBRAE.

O site institucional do CAECO pode ser acessado pelo link abaixo:

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Estudantes da UEM conquistam o 22º Prêmio Paraná de Economia



No dia 13 de agosto, Dia do economista, o curso de Economia da Universidade Estadual de Maringá recebeu um presente de peso. Dois graduados da turma de 2011 foram premiados no 22º Prêmio Paraná de Economia.  

 

Instituído pelo Conselho Regional de Economia (Corecon-PR), o Prêmio é concedido às melhores monografias produzidas pelos estudantes dos cursos de Ciências Econômicas do Estado. Por meio deste reconhecimento, o Conselho busca estimular alunos a desenvolverem a investigação e a produção científica, ampliando as reflexões sobre os temas relacionados à ciência econômica, pura e aplicada, especificamente sobre a economia paranaense. Todas as Instituições de Ensino Superior do Paraná que têm o curso de Economia podem se inscrever.

São premiados os cinco melhores trabalhos de conclusão de curso, sendo classificados em duas categorias: Economia Paranaense e Economia Pura e Aplicada. As premiações destinadas à UEM foram na categoria Economia Pura e Aplicada, conquistando a segunda e terceira posições, com os seguintes trabalhos: Inserção Externa e Desenvolvimento Econômico: um estudo das experiências dos BRIC no Período Pós-Bretton Woods; e Taxa de Sacrifício do Controle Inflacionário no Brasil: análise teórica e evidências empíricas.

Os premiados são, respectivamente, Samuel Costa Peres, e Mateus Ramalho Ribeiro da Fonseca, ambos, orientandos da professora Eliane Cristina de Araújo Sbardellati, que também foi uma das premiadas ano passado. É a instituição com mais conquistas entre os 32 cursos de economia do Paraná.

Os acadêmicos vencedores concorreram com 18 trabalhos e freqüentam atualmente o mestrado em Economia da UEM. Samuel Costa Peres disse que o que o incentivou a estudar sobre o tema da monografia é o fato de que os países do BRIC (Brasil, Rússia, índia e China) estão tendo cada vez mais inserção no mercado mundial. “O que levou os países a elevarem o crescimento econômico recentemente”, explicou Peres.

Mateus Ramalho Fonseca começou a estudar sobre o tema da monografia, porque o assunto política monetária o instiga. “Queria aprender mais sobre a política de desenvolvimento do Brasil, a política monetária e os sacrifícios de manter um emprego, por exemplo”, disse Fonseca.

A premiação será no próximo dia 31, na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

via UEM

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Notícia da Adunicentro: "Gazeta do Povo tenta desmobilizar a paralisação de docentes das IEES paranaenses e SESDUEM confirma paralisação na UEM"



Notícia da Adunicentro: Gazeta do Povo tenta desmobilizar a paralisação de docentes das IEES paranaenses

Gazeta do Povo tenta desmobilizar a categoria com dados “requentados” um dia antes da Grande Paralisação dos Docentes das Estaduais do Paraná



O argumento usado pelo Jornal A Gazeta do Povo, a partir de dados do Tribunal de Contas do Estado, informa que a administração estadual ultrapassou o limite prudencial de despesas com o funcionalismo. Isso não se sustenta após uma breve análise dos dados apresentados. Segundo o Jornal o estado extrapolou as contas e por isso estaria e impedido de conceder reajuste aos servidores devido à Lei de Responsabilidade Fiscal.
Aqui é preciso esclarecer quatro pontos:
a) o governo “infla” contabilmente os gastos com salários do funcionalismo de modo que o “limite prudencial” seja ultrapassado em ridículos 0,34%!;
b) b) isto acontece porque a Secretaria da Fazenda, por escolha própria, não deduz corretamente os valores referentes ao Imposto de Renda retido na fonte e inclui incorretamente os gastos com aposentadorias e pensões do funcionalismo na despesa com pessoal;
c) c) se isto for corrigido a despesa com pessoal em relação à receita corrente líquida recuaria para 44,6%, visivelmente abaixo do “limite prudencial” de 46,55%. Além disso, a Lei de Responsabilidade Fiscal permite que governos gastem até 49% de sua receita corrente líquida com o funcionalismo (46,55% é apenas um “limite prudencial”). Portanto, a decisão do governo de utilizar o argumento da LRF é uma decisão política contra os docentes;
d) O Tribunal de Contas do Estado do Paraná, ao invés de lançar uma ofensiva contra o aumento dos servidores públicos do estado do Paraná, deveria cobrar do Governo estadual a imediata retirada do imposto de renda e do pagamento de aposentadorias e pensionistas do cálculo do gasto com funcionalismo. Isso garantiria sobra de recursos para conceder aumentos e novas contratações de servidores sem desrespeitar a lei. Além do mais, é importante lembrar mais uma vez que a equiparação do salário dos docentes deve atingir menos de 0,1% deste montante.
Assim, mais uma vez alertamos a categoria para que não se deixe enganar por matérias publicadas em jornais e sites que tentam confundir os docentes e acabar com nossa mobilização para que nossos direitos sejam garantidos.
A Hora é agora. Todos à Assembleia Docente em 16 de agosto.  Paralisação Já.
via ADUNICENTRO


Mesmo com a manifestação do governo sobre o envio do Projeto de Lei de nossa equiparação salarial  na sexta-feira passada a PARALISAÇÃO DIA 16 DE AGOSTO SERÁ MANTIDA. Será mantida a assembleia para as 9 h da manhã e o indicativo de greve.
A assembleia será realizada no DACESE. Compareçam!
As outras IEES manterão o mesmo cronograma de luta e os indicativos de greve.
via SESDUEM