quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Estudantes da UEM conquistam o 22º Prêmio Paraná de Economia



No dia 13 de agosto, Dia do economista, o curso de Economia da Universidade Estadual de Maringá recebeu um presente de peso. Dois graduados da turma de 2011 foram premiados no 22º Prêmio Paraná de Economia.  

 

Instituído pelo Conselho Regional de Economia (Corecon-PR), o Prêmio é concedido às melhores monografias produzidas pelos estudantes dos cursos de Ciências Econômicas do Estado. Por meio deste reconhecimento, o Conselho busca estimular alunos a desenvolverem a investigação e a produção científica, ampliando as reflexões sobre os temas relacionados à ciência econômica, pura e aplicada, especificamente sobre a economia paranaense. Todas as Instituições de Ensino Superior do Paraná que têm o curso de Economia podem se inscrever.

São premiados os cinco melhores trabalhos de conclusão de curso, sendo classificados em duas categorias: Economia Paranaense e Economia Pura e Aplicada. As premiações destinadas à UEM foram na categoria Economia Pura e Aplicada, conquistando a segunda e terceira posições, com os seguintes trabalhos: Inserção Externa e Desenvolvimento Econômico: um estudo das experiências dos BRIC no Período Pós-Bretton Woods; e Taxa de Sacrifício do Controle Inflacionário no Brasil: análise teórica e evidências empíricas.

Os premiados são, respectivamente, Samuel Costa Peres, e Mateus Ramalho Ribeiro da Fonseca, ambos, orientandos da professora Eliane Cristina de Araújo Sbardellati, que também foi uma das premiadas ano passado. É a instituição com mais conquistas entre os 32 cursos de economia do Paraná.

Os acadêmicos vencedores concorreram com 18 trabalhos e freqüentam atualmente o mestrado em Economia da UEM. Samuel Costa Peres disse que o que o incentivou a estudar sobre o tema da monografia é o fato de que os países do BRIC (Brasil, Rússia, índia e China) estão tendo cada vez mais inserção no mercado mundial. “O que levou os países a elevarem o crescimento econômico recentemente”, explicou Peres.

Mateus Ramalho Fonseca começou a estudar sobre o tema da monografia, porque o assunto política monetária o instiga. “Queria aprender mais sobre a política de desenvolvimento do Brasil, a política monetária e os sacrifícios de manter um emprego, por exemplo”, disse Fonseca.

A premiação será no próximo dia 31, na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

via UEM

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Notícia da Adunicentro: "Gazeta do Povo tenta desmobilizar a paralisação de docentes das IEES paranaenses e SESDUEM confirma paralisação na UEM"



Notícia da Adunicentro: Gazeta do Povo tenta desmobilizar a paralisação de docentes das IEES paranaenses

Gazeta do Povo tenta desmobilizar a categoria com dados “requentados” um dia antes da Grande Paralisação dos Docentes das Estaduais do Paraná



O argumento usado pelo Jornal A Gazeta do Povo, a partir de dados do Tribunal de Contas do Estado, informa que a administração estadual ultrapassou o limite prudencial de despesas com o funcionalismo. Isso não se sustenta após uma breve análise dos dados apresentados. Segundo o Jornal o estado extrapolou as contas e por isso estaria e impedido de conceder reajuste aos servidores devido à Lei de Responsabilidade Fiscal.
Aqui é preciso esclarecer quatro pontos:
a) o governo “infla” contabilmente os gastos com salários do funcionalismo de modo que o “limite prudencial” seja ultrapassado em ridículos 0,34%!;
b) b) isto acontece porque a Secretaria da Fazenda, por escolha própria, não deduz corretamente os valores referentes ao Imposto de Renda retido na fonte e inclui incorretamente os gastos com aposentadorias e pensões do funcionalismo na despesa com pessoal;
c) c) se isto for corrigido a despesa com pessoal em relação à receita corrente líquida recuaria para 44,6%, visivelmente abaixo do “limite prudencial” de 46,55%. Além disso, a Lei de Responsabilidade Fiscal permite que governos gastem até 49% de sua receita corrente líquida com o funcionalismo (46,55% é apenas um “limite prudencial”). Portanto, a decisão do governo de utilizar o argumento da LRF é uma decisão política contra os docentes;
d) O Tribunal de Contas do Estado do Paraná, ao invés de lançar uma ofensiva contra o aumento dos servidores públicos do estado do Paraná, deveria cobrar do Governo estadual a imediata retirada do imposto de renda e do pagamento de aposentadorias e pensionistas do cálculo do gasto com funcionalismo. Isso garantiria sobra de recursos para conceder aumentos e novas contratações de servidores sem desrespeitar a lei. Além do mais, é importante lembrar mais uma vez que a equiparação do salário dos docentes deve atingir menos de 0,1% deste montante.
Assim, mais uma vez alertamos a categoria para que não se deixe enganar por matérias publicadas em jornais e sites que tentam confundir os docentes e acabar com nossa mobilização para que nossos direitos sejam garantidos.
A Hora é agora. Todos à Assembleia Docente em 16 de agosto.  Paralisação Já.
via ADUNICENTRO


Mesmo com a manifestação do governo sobre o envio do Projeto de Lei de nossa equiparação salarial  na sexta-feira passada a PARALISAÇÃO DIA 16 DE AGOSTO SERÁ MANTIDA. Será mantida a assembleia para as 9 h da manhã e o indicativo de greve.
A assembleia será realizada no DACESE. Compareçam!
As outras IEES manterão o mesmo cronograma de luta e os indicativos de greve.
via SESDUEM

TCE alerta governo estadual sobre limite de gasto com salários





TCE alerta governo estadual sobre limite de gasto com salários

A notificação do TC é do dia (09/08). 

O Governo anunciou o reajuste depois desta data, ou seja, ciente da notificação. 

O Governo pode equacionar de outras formas essa conta e dar o reajuste. Basta vontade e comprometimento com a Educação.

A Assembleia do SESDUEM de amanhã deve avaliar isso e esclarecer essas dúvidas.




TCE alerta governo estadual sobre limite de gasto com salários

O Pleno do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) aprovou, na sessão desta quinta-feira (9 de agosto), a expedição de Alerta ao governo paranaense sobre a extrapolação do limite de gastos com pessoal no âmbito do Poder Executivo.


Juntamente com o alerta, o TCE advertiu sobre a publicação de informações incompletas ou pendentes de retificação nos Relatórios Resumidos da Execução Orçamentária (RREO) e Relatórios de Gestão Fiscal (RGF), exigidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, e que são, na verdade, retratos das finanças da máquina pública estadual, refletindo os últimos 12 meses de gestão. O RREO deve ser publicado bimestralmente e o RGF tem publicação obrigatória a cada quatro meses. Ambos possuem prazo de publicação fixado em 30 dias após o encerramento do período.

Com a publicação dos relatórios incompletos e a necessidade de publicação de “informações complementares” futuras sobre a contabilidade, o TCE emitiu alerta no dia 28 de fevereiro passado, consignando que o Executivo esteve na iminência de extrapolar o limite previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal com gastos com pessoal em 2011. De acordo com as informações publicadas pelo Estado no início deste ano, as despesas para pagamento de salários no período chegaram a 46,37% da Receita Corrente Líquida (RCL), o que representa 94,63% do limite permitido pela LRF, que é de 49% da receita.

Com a publicação das “informações complementares” em abril passado, registrou-se que o Executivo dispendeu, na verdade, 46,65% da Receita Corrente Líquida, chegando a 95,20% do limite de 49%.

Ao extrapolar o limite de 95%, o Poder Executivo paranaense está proibido de conceder vantagens, aumento ou readequação de remuneração, criação de cargo, emprego ou funções, alteração de estruturas de carreiras que impliquem em aumento da despesa e provimento de cargo público, admissão ou contratação de pessoal, salvo pessoal ligado às áreas de segurança pública, educação e saúde, e contratação de hora extra, até que o limite de gasto de pessoal seja reduzido. Essas vedações estão previstas no artigo 22 da Lei de Responsabilidade Fiscal.

O Executivo deve apresentar ao Tribunal as medidas adotadas para a redução do percentual excedente no primeiro quadrimestre de 2012, conforme dispõe o artigo 23 da LRF.

Serviço



Processo: 254904/12
Acórdão: 2371/12 - Tribunal Pleno
Assunto: Alerta
Interessado: Governo do Estado do Paraná/Carlos Alberto Richa
Relator: Conselheiro Hermas Brandão

Texto e foto
Coordenadoria de Comunicação Social TCE/PR



(13/08) Em Assembleia: Servidores da Universidade Estadual de Maringá suspedem indicativo de greve




Em assembleia na tarde desta segunda-feira (13), os servidores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) aprovaram a tabela  de reajuste apresentada pelo secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal, na semana passada e suspenderam o indicativo de greve.

A proposta do Governo prevê reajustes de cerca de 35% para os técnicos de nível fundamental (pessoal de apoio); 20% para os do ensino médio mantido pelas universidades; e 6% para os cargos de nível superior.

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá (Sinteemar), Éder Rossato, uma nova reunião está agendada para o próximo dia 17 com representantes do governo para informar a decisão do sindicato e decidir as próximas ações. O resultado desse encontro será comunicado aos servidores em uma nova assembleia, que não excluem um novo indicativo de greve.

Ainda segundo Rossato, o PCCS dos docentes já foi encaminhado à Casa Civil, e a expectativa é de que seja enviado para a Assembleia Legislativa para que se transforme em lei nos próximos dias. O aumento será de 32%, dividido em quatro parcelas de 7,14%.

via o Diário 

Governador assina mensagem do reajuste de professores universitários




O Governador Beto Richa assinou nesta quarta-feira (15/08), em Curitiba, a mensagem do anteprojeto de lei que será enviado para a Assembleia Legislativa que propõe um reajuste de 31,73% no salário dos professores das instituições estaduais de ensino superior. A medida prevê o pagamento a partir de outubro, em quatro vezes de 7,14% anuais.

O reajuste faz parte do plano de equiparação salarial dos docentes com o quadro técnico das universidades estaduais. “Estamos honrando um compromisso assumido no início da gestão com os professores universitários, uma reivindicação antiga, justa e merecida”, afirmou o governador. Richa disse que toda a equipe do governo trabalha com esforço para corrigir defasagens encontradas na administração pública.

O secretário-chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Sebastiani, informou que o pagamento das demais reposições de 7,14% será realizado sempre no mês de outubro. “O nosso governo busca corresponder às expectativas do funcionalismo e da sociedade, mas também dedica muita atenção às limitações impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal”, disse.

O sistema de ensino superior público do Paraná é formado por sete universidades estaduais com mais de 120 mil acadêmicos nos cursos presenciais e à distância. Representa hoje um orçamento de cerca de R$ 1,3 bilhão por ano, inteiramente custeado pelo Governo do Estado, embora constitucionalmente o ensino superior seja de responsabilidade do Governo Federal.

via Governo do Paraná (15/08/2012)

sábado, 11 de agosto de 2012

Governador anuncia reajuste para universidades a partir de outubro




O governador Beto Richa decidiu nesta sexta-feira encaminhar uma mensagem à Assembleia Legislativa do Paraná para a concessão de reajuste de 7,14% aos professores das universidades estaduais, a partir de outubro deste ano. A decisão foi tomada em reunião com o presidente da Associação Paranaense das Instituições de Ensino Superior Público, Aldo Bona, e com os reitores Nádina Moreno, da Universidade Estadual de Londrina e João Carlos Gomes, da Universidade Estadual de Ponta Grossa. O reajuste é a primeira parcela do plano de equiparação salarial dos professores do ensino superior com o quadro técnico das universidades estaduais. Segundo Beto Richa, o governo estadual está fazendo um esforço muito grande para consertar defasagens que foram encontradas na administração pública, e a equiparação dos docentes estaduais com técnicos das universidades estaduais é uma delas. Aldo Bona, que também é reitor da Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná, a Unicentro, disse que a proposta era aguardada e agrada toda a comunidade acadêmica do estado. O reitor destacou ainda que a boa vontade do governo e a disposição para o diálogo foram essenciais para o acordo. A mensagem com o projeto de lei será encaminhada à Assembleia Legislativa no início da próxima semana. O sistema de ensino superior público do Paraná é formado por sete universidades estaduais e representa hoje um orçamento de cerca de um bilhão e trezentos milhões de reais por ano, inteiramente custeado pelo Governo do Estado. (Repórter: Fernando Lopes)

via  Agência de Notícias  do Governo do Paraná

Governo apresenta proposta de tabela salarial aos servidores e SINTEEMAR convoca Assembleia permanente




Governo apresenta proposta de tabela salarial aos servidores técnicos administrativos das iees do paraná e assume compromisso de manter os direitos já garantidos. De Maringá centenas de servidores foram de ônibus a Curitiba para acompanhar o fechamento das negociações.


Compare os valores da tabela salarial atual com a proposta do dia 09/08.





ASSEMBLEIA PERMANENTE
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá (SINTEEMAR), no uso de suas atribuições legais e estatutárias, convoca os servidores da Universidade Estadual de Maringá (UEM), filiados ao sindicato, para participarem da ASSEMBLEIA  PERMANENTE a ser realizada no dia ­­­­­13 de agosto de 2012, (segunda-feira), no Restaurante Universitário (RU), com a primeira chamada às ­­­­14 horas com metade mais 1 dos filiados e em segunda chamada às 14h30 com qualquer número de participantes filiados para tratar da seguinte ordem do dia:


1) Apresentação do resultado da reunião que foi realizada no dia 9 de agosto, quinta-feira, em Curitiba, com os representantes do governo no Estado;

2) Deliberação sobre deflagração de greve;

3) Informes gerais.

via SINTEEMAR

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

ASSEMBLEIAS na UEM, UEL, UEPG, UNIOESTE deliberam por paralisação em 16 de agosto




Os Sindicatos de Docentes das Universidades Estaduais do Paraná vêm a público esclarecer sobre os motivos da greve no segundo semestre de 2012.

Durante o ano de 2011, os sindicatos se reuniram diversas vezes com o governo Beto Richa para discutir a defasagem salarial e produzir uma proposta para corrigir este problema. Em março de 2011 o governo criou um Grupo de Trabalho para construir tal proposta. Participaram deste grupo os Sindicatos de Docentes, representantes do governo e representantes das Reitorias. As reuniões começaram em março e se prolongaram até julho de 2011, quando a proposta foi finalizada e assumida pelo Secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal.

A partir de julho de 2011, a proposta tramitou em diversas secretarias do governo, mas não foi oficializada. Os Sindicatos de Docentes se reuniram com o governo repetidas vezes e pediram explicações sobre a situação. Entretanto, o governo dizia apenas que a proposta estava tramitando entre as secretarias. Diante disto, algumas universidades realizaram uma paralisação no dia 27 de outubro de 2011 com o objetivo de alertar o governo da demora na oficialização da proposta. Com as universidades paralisadas o governo agendou reunião para o dia 11 de novembro e lá propôs um reajuste de 31,73%, dividido em 3 parcelas anuais de 9,62% a serem pagas até o mês de março de 2012, 2013 e 2014.

Contudo, no dia 3 de março de 2012, o Secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal, reunido com os representantes dos Sindicatos Docentes, comunicou que o governo não implementaria o reajuste de 31,73%. A justificativa do rompimento do acordo partiu da Secretaria da Fazenda, ocupada por Luiz Carlos Hauly, que alegou problemas de natureza técnica.

Ao longo do mês de fevereiro de 2012, os docentes realizaram assembleias na UNIOESTE, UEM, UEPG, UNICENTRO, UENP, FECEA e UEL para discutir a situação e decidiram que era inaceitável que o governo, depois de apresentar a proposta de equiparação salarial, a retirasse. Os docentes  concluíram que o governo havia ludibriado os docentes (e os reitores) das universidades estaduais do Paraná durante um ano. Por fim, os docentes aprovaram paralisação para o dia 7 de março e greve por tempo indeterminado caso o governo não mantivesse a proposta.

No dia 7 de março de 2012, os docentes paralisaram todas as universidades e realizaram uma caravana até Curitiba, junto com os estudantes. O objetivo era a equiparação salarial para os professores e a recomposição do custeio das universidades (parte do orçamento) que havia sido reduzido no mês de fevereiro. Naquele dia, o governo Beto Richa autorizou a suplementação dos recursos para o custeio das universidades e determinou a criação de um grupo técnico de trabalho para apresentar uma proposta de equiparação salarial docente em uma semana. O grupo técnico foi coordenado pelo vice-governador Flávio Arns e, no dia 20 de março, o governo Beto Richa divulgou duas propostas de equiparação salarial. Os Sindicatos Docentes discutiram tais propostas em assembleias e novamente acreditaram no governo, aceitando o pagamento de 31,73% em 4 parcelas iguais de 7,14% a serem pagas no mês de outubro dos anos de 2012, 2013, 2014 e 2015. No dia 23 de março, na Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, os Sindicatos de Docentes assinaram o acordo com o governo, que se comprometeu, por escrito, a transformar a proposta em projeto de lei e enviá-lo para a Assembleia Legislativa até o dia 1º de Maio de 2012.

A SETI elaborou Projeto de Lei mas, lamentavelmente, o governo não enviou o projeto no prazo acordado. Os docentes aguardaram o final de maio e o Projeto de Lei não foi enviado. Os Sindicatos de Docentes buscaram explicações do governo para o atraso e em resposta foi dito que o Projeto estava pronto, mas aguardava alguns ajustes na Secretaria da Fazenda, do secretário Luiz Carlos Hauly, o mesmo secretário que havia boicotado a proposta de reajuste apresentada em novembro de 2011. Novamente, a SETI informou que o Projeto de Lei chegaria até a Assembleia Legislativa na primeira quinzena de junho, o que não aconteceu. O Projeto continua na Secretaria da Fazenda desde o dia 22 de maio.

No dia 10 de julho de 2012, em reunião com a SETI, foi anunciado que a demora no trâmite deve-se a algum tipo dedificuldade em função do “limite prudencial” da lei de responsabilidade fiscal. Os representantes da SETI deixaram claro que estavam negociando para que o projeto de lei fosse encaminhado para a Assembleia Legislativa o mais rápido possível, mas que não havia previsão oficial para a solução do problema. No mesmo dia, os representantes dos sindicatos conversaram informalmente com o vice-governador Flávio Arns (coordenador do GT que produziu a proposta de equiparação salarial docente), que demonstrou conhecimento sobre o andamento do processo e disse que estaria negociando dentro do governo para garantir que a proposta fosse encaminhada mas, no momento, o governo estaria também trabalhando com as demandas de outras categorias. Por fim, o vice-governador mencionou a relação entre o pagamento da primeira parcela da proposta de equiparação salarial e o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal, não garantindo o cumprimento do acordo.

O que chama a atenção na demora da tramitação do projeto de equiparação salarial é o fato NOVO de o governo condicionar o pagamento da proposta ao limite prudencial da LRF. O acordo firmado acerca da proposta de reajuste não tinha qualquer tipo de condicionante. Porém, o governo Beto Richa insiste em requentar este argumento. Aqui é preciso esclarecer três fatos: a) o governo “infla” contabilmente os gastos com salários do funcionalismo de modo que o “limite prudencial” seja ultrapassado em ridículos 0,34%!; b) isto acontece porque a Secretaria da Fazenda, por escolha própria, não deduz corretamente os valores referentes ao Imposto de Renda retido na fonte e inclui incorretamente os gastos com aposentadorias e pensões do funcionalismo na despesa com pessoal; c) se isto for corrigido a despesa com pessoal em relação à receita corrente líquida recuaria para 44,6%, visivelmente abaixo do “limite prudencial” de 46,55%. Além disso, a Lei de Responsabilidade Fiscal permite que governos gastem até 49% de sua receita corrente líquida com o funcionalismo (46,55% é apenas um “limite prudencial”). Portanto, a decisão do governo de utilizar o argumento da LRF é uma decisão política contra os docentes!

Considerando que o governo rompeu o acordo feito com os docentes em 2011, e agora descumpriu o prazo da proposta assinada em março de 2012, os Sindicatos de Docentes retomam a possibilidade de uma greve por tempo indeterminado.

As Assembleias Docentes discutirão PARALISAÇÃO DE ADVERTÊNCIA PARA O DIA 16 DE AGOSTO, GREVE POR TEMPO INDETERMINADO CASO O GOVERNO NÃO ENCAMINHE IMEDIATAMENTE O PROJETO DE LEI A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA, GARANTA SUA APROVAÇÃO E PUBLIQUE EM DIÁRIO OFICIAL.

ADUNICENTRO       ADUNIOESTE          SESDUEM      
SINDIPROL/ADUEL            SINDUEPG


via Adunicentro

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

II FEMAE - Feira de Meio Ambiente e Economia


Promovida pelo PET - Programa de Educação Tutorial do curso de Economia e de Agronomia, ocorrerá na próxima terça-feira, dia 14, a II Feira de Meio Ambiente e Economia.


De acordo com Heitor Camacho, do PET Economia e um dos organizadores do evento, o objetivo da feira é  tratar das relações de produção do homem com o meio ambiente, apresentando reflexões sobre os recursos naturais, a energia, o lixo e a água. Destaca também a importância da feira para avaliar o conceito de preservação do ambiente às ações atuais de utilização dos combustíveis fósseis, gasto exacerbado de energia, bem como a poluição doméstica.


A programação pode ser visualizada no informativo abaixo, tendo início às 9 horas, com uma hora e meia de almoço, e término previsto para as 21:30h. O evento contará com representantes de diversas instituições, entre elas, UEM, UEL, Unitrabalho e VMA Reciclagem.




Destacamos que o evento é gratuito, não sendo necessárias inscrições. Apenas apresentação do RA, para validação de AAC (Atividade Acadêmica Complementar).

O Centro de Acadêmico de Economia, parabeniza o PET Economia e o PET Agronomia pela iniciativa, promovendo aos alunos um aprofundamento em uma questão de extrema importância na atualidade.


Assembleia aprova por unanimidade indicativo de greve para 23 de agosto na UEL


Mais de 100 docentes participaram da assembleia desta quarta-feira que definiu novo calendário de mobilização da categoria. Os professores manifestaram indignação com o não cumprimento da equiparação salarial com os técnicos administrativos, anunciada em março deste ano pelo executivo. Por unanimidade a assembleia decidiu aprovar indicativo de greve para o dia 23 de agosto.
Os professores ratificaram a paralisação das aulas do dia 16 de agosto como forma de advertir o governo do estado que a única maneira de evitar a greve é o envio do projeto da equiparação salarial à Assembleia Legislativa, a aprovação pelos deputados e a publicação do reajuste no Diário Oficial do governo. Na manhã do dia 16 os professores se reunirão em assembleia que deverá aprovar a deflagração de greve por tempo indeterminado a partir do dia 23 de agosto.
Também aprovou-se a formação de um Comando de Mobilização com membros de todos os centros da UEL para articular a greve e organizar a paralisação do dia 16. Os professores interessados em participar devem comparecer à reunião do Comando na sede do Sindiprol/Aduel, na praça La Salle, 83, no próximo sábado, às 14h. Mais informações pelo telefone 3324-3995.

via SINDIPROL/ADUEL

UEM retoma atividades amanhã (9)


Nesta quinta-feira (9), as atividades acadêmicas e administrativas na Universidade Estadual de Maringá (UEM) serão retomadas normalmente na instituição, uma vez que funcionários da Diretoria de Serviços e Manutenção (DSM), da Prefeitura do Câmpus (PCU), localizaram o vazamento que estava causando a interrupção no fornecimento de água potável no câmpus-sede.
Operário retira terra para descobrir cano furado
Porém, o Restaurante Universitário não servirá o café da manhã nesta quinta-feira, para que seja observado se a água estará própria para uso do RU. As demais refeições serão fornecidas normalmente. 

Fonte: UEM

Falta de água provoca cancelamento de aulas no câmpus sede da UEM


A Prefeitura do Câmpus (PCU) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) informa que as aulas de hoje (8), no período vespertino e noturno, foram canceladas. O motivo é um vazamento no sistema de entrada de água da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) na caixa que abastece todo o câmpus sede da UEM. 
De acordo com a PCU, o fluxo de água teve que ser cortado para que o problema seja identificado e resolvido. A Sanepar já foi convocada para colaborar na verificação do vazamento e a Pró-Reitoria de Ensino (PEN) da UEM já enviou um comunicado informando sobre o cancelamento das aulas.

Fonte: www.uem.br

domingo, 5 de agosto de 2012

A Greve, os Alunos e o FUTURO da UEM

Matéria publicada no dia  12/01/2002 no O Diário

Cenário e externalidades reforçam a necessidade de nossa reflexão!



Edital Nº 006/2012 - Assembléia Geral - CAECO






Os professores e funcionários da UEM estão em greve há quase quatro meses. Sem dúvida, um longo período de percalços e impasses. A greve é justa, pois estamos há sete anos sem um único reajuste salarial. E olha que estamos apenas reivindicando a reposição de perdas salariais acumuladas durante o governo Lerner. Mas uma greve longa como essa, acaba provocando diversos prejuízos, principalmente para os nossos alunos.

Muitos deles não conseguirão se formar no período normal, e por isso, deverão adiar a entrada no mercado de trabalho ou mesmo perder um emprego prometido; outros, não conseguirão se matricular nos cursos de mes-trados ou em residências médicas. Mesmo aqueles alunos que não estão se formando, terão prejuízos acadêmicos, como por exemplo, os alunos matriculados na série inicial dos cursos de graduação, que sem concluir o ano letivo, não poderão disputar as 240 bolsas de Iniciação Científica que o CNPQ fornece anualmente para a UEM, já que a inscrição será no mês de abril e o concorrente deverá ter concluído, obrigatoriamente, o primeiro ano.

Um outro prejuízo é o adiamento do vestibular. Não estou falando aqui do prejuízo financeiro do setor empresarial da cidade, sobretudo os dos donos de hotéis, bares e restaurantes; nem do prejuízo da UEM, que deixou de receber as taxas de inscrição. Estou falando do prejuízo moral de milhares de candidatos, que não puderam concorrer e que serão forçados a prestar o vestibular fora de época; ou o que é pior, muitos desses candidatos, que deixaram de entrar na universidade pública, provavelmente, já estão pagando mensalidades em faculdades particulares, enquanto aguardam o vestibular da UEM, da UEL etc.

Mas quem são os culpados desses prejuízos. Nós, os professores e funcionários da UEM? A Reitoria da UEM? O comando de greve? Talvez. Mas o maior culpado é o ímprobo governador do Estado, Sr. Jaime Lerner (PFL), que entre discursos e evasivas, diz que não pode atender a nossa reivindicação básica (reposição salarial de 50,03%, relativo à inflação acumulada durante os sete anos de seu governo), ora por dificuldades financeiras do Estado, ora por imposição da Lei de Responsabilidade Fiscal. De concreto, aventa com a possibilidade de fazer modificações no Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS) dos funcionários técnico-administrativos (para os professores, não há um alento sequer), a partir do mês de abril do corrente.

E aí, muitos dizem: por que não dar um crédito ao governador, encerrando a greve e esperando até abril? Por um simples motivo: nesse governador não se pode confiar. No dia 29 de junho de 2000, uma semana antes de terminar a greve daquele ano, que durou 42 dias, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior encaminhou ofício para a Associação dos Docentes da UEM, se comprometendo em discutir um reajuste salarial, caso a greve terminasse. A greve terminou e até hoje os funcionários e professores estão a ver ?navios?. Em novembro de 2001, o Secretário de Ensino Superior, Ramiro Wahrhafting assinou um termo de compromisso, dizendo que em dezembro anunciaria um índice de reposição. Dezembro passou, o ano acabou e o índice também não veio! Nesse momento, a promessa é a de rever o PCCS no mês de abril? Quem vai confiar nisso! Em abril já estaremos em período eleitoral, e aí, a ?Inês é morta? (brincadeirinha de ?primeiro de abril?).

No entanto, precisamos de uma saída urgente. É necessário uma ação concreta dos nossos interlocutores: governo, reitoria, comando de greve. Ninguém, de bom senso, aguenta mais essa greve. Nós, os docentes e funcionários da UEM, temos muita pressa. Queremos voltar, o mais rápido possível, à nossa árdua e indelével tarefa de formar os nossos alunos cidadãos e profissionais competentes, de fazer pesquisa visando o desenvolvimento do Estado e do país e de atender a nossa tão empobrecida população nas clínicas e hospital universitários. Para o bem dos nossos alunos, da sociedade e da UEM!

Angelo Priori é professor do Departamento de História da UEM. Ex-presidente da Aduem (gestão 1997/2001)


Edital Nº 006/2012 - Assembléia Geral - CAECO


O Presidente do Centro Acadêmico de Economia da Universidade Estadual de Maringá, Rafael Oberleitner Crozatti, no uso de suas atribuições,




CONVOCA os Acadêmicos do curso de ciências econômicas da Universidade Estadual de Maringá para a realização da 6ª ASSEMBLÉIA GERAL dos Estudantes do referido curso e instituição, a se realizar no dia 06/08/2012, às 18:15h, no auditório 13 do Bloco C-34 do campus universitário com a seguinte ordem do dia:

1. Esclarecimentos e discussão acerca do indicativo de greve das instituições estaduais de ensino superior do Paraná, dentre elas, a Universidade Estadual de Maringá;

2. Deliberações, posição e encaminhamentos iniciais dos Acadêmicos do curso de ciências econômicas da Universidade Estadual de Maringá frente ao indicativo de greve estabelecido pela assembléia geral dos servidores;

3. Assuntos gerais.


Publique-se

Maringá, 01/08/2012

Rafael Oberleitner Crozatti
PRESIDENTE 

sábado, 4 de agosto de 2012

Professores e Estudantes discutem possibilidade de Greve na UEL

A diretoria do Sindiprol/Aduel se reuniu com cerca de 50 estudantes da UEL e da FECEA para discutir a possibilidade da deflagração de uma greve na segunda quinzena de setembro. O objetivo da reunião foi iniciar o diálogo entre docentes e estudantes para que os prejuízos acadêmicos de uma possível greve seja o menor possível.
Todos os estudantes se manifestaram a favor da greve, que vem sendo articulada junto aos sindicatos docentes do Paraná para o caso do governador Beto Richa (PSDB) não concretizar a equiparação salarial, o que configuraria mais uma quebra de acordo com a categoria.
Além de questionar as conseqüências do processo de mobilização dos docentes, os alunos levantaram pautas do movimento estudantil, como a ampliação do RU e o fim do corte de bolsas e de custeio nas Instituições Estaduais de Ensino Superior. Também discutiram as já percebidas conseqüências do modelo de ensino privatista que vem sendo implementado pelo governo PSDB.
Diversos cursos da UEL estiveram representados por membros dos Centros Acadêmicos (CA). Cursos que não têm CAs enviaram também enviaram representantes. A direção do Diretório Central dos Estudantes (DCE) também esteve presente.

UEM: SESDUEM convoca Assembleia Geral dos Professores para o próximo dia 7

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Sexta-feira é dia de CINEconomia


Sexta-feira, dia 03 de agosto, o Centro Acadêmico de Economia - CAECO - promoverá mais uma sessão, em continuidade ao projeto permanente de exibição de filmes e documentários relacionados à economia. O CINEconomia.


O documentário a ser exibido é uma produção da TV Câmara, que aborda o processo inflacionário que assolou o Brasil por mais de duas décadas, processo que foi rompido somente em 1994 com o Plano Real.


Assim, "Laboratório Brasil" conta com entrevistas de diversos economistas, jornalistas e políticos que vivenciaram o período e formularam políticas de combate a inflação. Ou seja, um conjunto de teses e experimentos que transformaram o Brasil num verdadeiro laboratório econômico.


A exibição ocorrerá no dia 03 de agosto, às 18:20h, no auditório 1 do bloco de Economia (Bloco C 34).




Contamos com a sua participação!!

XXVII Semana do Economista


Com a temática "O Brasil e o Cenário Econômico Mundial", a XXVII Semana do Economista promovida pelo Departamento de Economia da UEM ocorrerá nos dias 17, 18 e 19 de setembro de 2012. A semana contará com palestrantes de renomadas universidades e instituições - como IBGE, IPEA, UFSC, entre outras -  e também promoverá mini-cursos e apresentações de artigos mediante submissão. 




A programação contará com apresentações de trabalhos durante o período da manhã, mini-cursos durante a tarde e palestras no período noturno.

No dia 17, a primeira palestra será ministrada por Adolfo Sachsida (IPEA) com o tema "Política Econômica do Brasil". Na noite do dia 18 a palestra será proferida pelo Conselho Regional de Economia do Paraná, com o tema "Perícia Econômico-financeira". Para a última noite, dia 19, está confirmada a presença do Professor Silvio Cário (UFSC) e do consultor Duílio de Avila Berni, que discorrerão sobre "A Industria brasileira".


Os artigos para apresentação poderão ser submetidos até o dia 27 de agosto de acordo com as seguintes áreas:

ÁREA 1 - Metodologia, História e Economia Política
ÁREA 2 - Macroeconomia, Economia Internacional, Moeda e Finanças
ÁREA 3 - Microeconomia, Economia Industrial, Economia Agrária e Ambiental
ÁREA 4 - Áreas Afins


O custo da inscrição é de 30 reais, e as inscrições e mais informações podem ser encontradas pelo link abaixo:





Servidores adiam decisão sobre Greve na Universidade Estadual de Maringá



Os técnicos e docentes da Universidade Estadual de Maringá (UEM) decidiram nesta quarta-feira (1º), em assembleia no Restaurante Universitário (RU), fechar uma data unificada com as demais instituições estaduais de ensino do Paraná para deflagração de greve. A reunião ocorreu no campus central, em Maringá.
"Haverá paralisação amanhã (quinta-feira, 2) em Ponta Grossa e dia 8 em Londrina. Em função do calendário das mobilizações, e como o governo sinalizou com uma reunião para o dia 9, decidimos transferir para o dia 15 o prazo para a greve", explica o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá (Sinteemar), Éder Adão Rossato.
Este mês houve duas rodadas de negociação com o Governo, conforme o sindicato. Entre as reivindicações dos servidores estão: melhores condições de trabalho, reformulação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários para técnicos e docentes, a não intervenção do Governo nas universidades e contratação de professores.
Após a assembleia, que terminou por volta das 11h30, os participantes seguiram em passeata até a reitoria para pedir esclarecimentos sobre o que o Sinteemar considera "problemas internos na universidade", como cortes de horas extras e salários de 13 trabalhadores do RU.
Fonte: O Diário

SESDUEM convoca Assembleia Geral dos Professores para o próximo dia 7



SESDUEM: "Considerando que o governo rompeu o acordo feito com os docentes em 2011, e agora descumpriu o prazo da proposta assinada em março de 2012, os Sindicatos de Docentes retomam a possibilidade de uma greve por tempo indeterminado"

Diante da nova Conjuntura, o SESDUEM em reunião extraordinária de sua Diretoria, convoca Assembleia Geral para o próximo dia 7 de agosto, conforme Edital abaixo.







Maiores Informações: Sindicatos Docentes: "Professores das universidades estaduais entrarão em greve caso o governo Beto Richa não cumpra o acordo de equiparação salarial"